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Pastor é morto por filho bêbado após discussão

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Filho bêbado mata pai pastor

Um pastor foi morto pelo filho bêbado após uma grave discussão entre eles, na cidade de Pueblo Colorado, nos EUA.

De acordo com relatos, o pastor Cecilio "Roman" Ortiz, 52 anos, teria levado um tiro do próprio filho após uma discussão e briga familiar.

+ Após investigações, pastor é preso suspeito de vários crimes

O filho, Malachi Ortiz, de 23 anos, estaria bêbado, quando começou uma briga com o pai na sala da casa que ambos, moravam.

A esposa do pastor, falou aos policiais que estava na cozinha quando ouviu uma gritaria de um barulho de tido vindo da sala.

Ao chegar no local, ela disse que conseguiu tirar a arma de fogo da mão do filho, mas já era tarde.

O pastor acabou recebendo um tiro no peito e caiu ao chão sem qualquer chance de defesa.

A mulher do pastor morto chamou ajuda do 911, mas de acordo com ela o socorro demorou a chegar, o que agravou o caso. Ele foi levado ao hospital, mas acabou morrendo.

No testemunho as autoridades, a mãe falou que o filho não teve a intenção de matar o marido, e que ele estava bêbado no momento da briga.

"Eu conversei com meu filho e ele não sabia o que tinha acontecido, até que ficou sóbrio e a polícia lhe contou todos os fatos e as acusações que o levaria preso".

Além de pastor da Igreja de Lord's Vineyard Fellowship, Ortiz atuava com barbeiro na cidade.

Em condolência a família, a igreja que pertencia ao pastor realizou uma celebração fúnebre em despedida.

Umas das fieis da igreja disse que o pastor morto pelo filho era amado por todos. "Vai ser muito difícil sem ele. Ele era um homem que mimava todos nós".

As autoridades ainda não sabem o que teria motivado a briga que acabou com a morte do pastor pelas mãos do próprio filho.

A esposa falou que o filho adorava o seu pai, e que após o ocorrido, ele quis pedir perdão para suas irmãs, sobrinhas e sobrinhos, a toda família e a igreja.

Os detetives continuam investigando o que aconteceu nos momentos que antecederam o tiroteio.

O jovem está preso acusado de assassinato e aguarda o julgamento.



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Pastor capitão da PM é preso suspeito de abusar sexualmente mulher

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Pastor Capitão da PM acusado de abusar sexualmente

O pastor e capitão da PM, conhecido como capitão Castro no Piauí foi preso em flagrante enquanto fazia uma viagem de ônibus. Ele foi detido dentro do transporte coletivo em Guanabara suspeito de crime de abusar sexualmente uma mulher.

A vítima denunciou o capitão da PM no último sábado 12, quando estava indo de Teresina para Parnaíba, litoral do estado. Segundo informou a mulher, os abusos começaram próximo a cidade de Piripiri , a 180 km de Teresina por volta de meio dia. 

O coronel Erisvaldo Viana, comandante da Polícia Militar de Piripiri, foi acompanhar o caso pessoalmente. Erisvaldo disse que a passageira acusou o policial capitão da PM de tocar as partes íntimas enquanto dormia. 

"Ele nega, veementemente, a acusação e disse que não sabe porque ela fez a denúncia", disse o comandante que fez a prisão. O pastor suspeito logo depois foi solto e responderá em liberdade.

Os comandos de Piripiri e de Parnaíba afirmaram após confirmação que o caipitão da PM suspeito de importunar sexualmente uma mulher é pastor de uma igreja Evangélica. O pastor que é militar conta com mais de 30 anos de serviços na corporação. Inclusive a viagem à Teresina seria para iniciar o processo para aposentadoria (reserva). 

Após a ocorrência, a assessoria de comunicação da Polícia Militar comunicou que irá tomar as medidas cabíveis. Poré, somente quando receber a denúncia, assim o policial terá o direito de ampla defesa e contraditório. 

Nota da PM

A Polícia Militar do Estado do Piauí informa que por se tratar de um crime comum, as providências legais que o caso requer  estão sendo tomadas pela Polícia Judiciária e que a PMPI  assim que  receber o procedimento, tomará todas as medidas cabíveis, dando ao policial militar  acusado direito a ampla defesa e o contraditório,  dentro do que rege a legislação Castrense.

Teresina-PI, 13 de outubro  de 2019.

ELZA Rodrigues Ferreira - TC PM Diretora de Comunicação Social da PMPI

do Piauí foi preso em flagrante dentro do ônibus Guanabara suspeito de crime de importunação sexual. 

A denúncia foi feita pela vítima no último sábado (12) quando estava indo de Teresina para Parnaíba, litoral do estado. Os abusos, segundo a vítima, iniciaram próximo a cidade de Piripiri ( a 180 km de Teresina) por volta de meio dia. 

O suspeito foi identificado como capitão Castro, lotado no 2º BPM (em Parnaíba).  

O comandante da Polícia Militar de Piripiri, coronel Erisvaldo Viana, acompanhou pessoalmente a ocorrência. Ele disse que a mulher acusou o policial de tocar as partes íntimas enquanto dormia. 

"Ele nega, veementemente, a acusação e disse que não sabe porque ela fez a denúncia", disse o comandante que fez a prisão. O suspeito logo depois foi solto e responderá em liberdade.

Os dois comandantes de Piripiri e de Parnaíba confirmaram que o policial suspeito de importunação é pastor da igreja Evangélica. O militar tem mais de 30 anos de corporação e veio a Teresina para iniciar o processo para aposentadoria (reserva). 

A assessoria de comunicação da Polícia Militar informou que tomará as medidas necessárias assim que receber a denúncia e o policial terá o direito de ampla defesa e contraditório. 

A reportagem não conseguiu localizar o capitão para que ele desse sua versão dos fatos, mas o espaço está aberto.

Nota da PM

A Polícia Militar do Estado do Piauí informa que por se tratar de um crime comum, as providências legais que o caso requer  estão sendo tomadas pela Polícia Judiciária e que a PMPI  assim que  receber o procedimento, tomará todas as medidas cabíveis, dando ao policial militar  acusado direito a ampla defesa e o contraditório,  dentro do que rege a legislação Castrense.

Teresina-PI, 13 de outubro  de 2019.

ELZA Rodrigues Ferreira - TC PM Diretora de Comunicação Social da PMPI



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Pastor é afastado após aceitar participação de mulheres em culto

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Igreja Presbiteriana de Brasília

Um pastor da igreja Presbiteriana de Brasília, do Lago Sul ,foi afastado depois que o líder da igreja resolveu aceitar a participação de mulheres durante o culto.

A igreja Presbiteriana conhecida por suas atitudes ultraconservadoras, e que tem ligação com o Instituto Mackenzie, tomou uma medida drástica contra um pastor. Ela afastou o líder depois que ficaram sabendo que ele tinha aceitado que um casal realizasse a liturgia com taças durante a comemoração do casamento. Ainda por ter permitido que uma mulher fizesse a pregação na tribuna da igreja.

Alguns consideraram a punição arbitrária e fora do contexto, ainda mais quando diz respeito a não participação de mulheres em cultos evangélicos. Em outras igrejas as mulheres já dominam grande parte da liturgia.

Proibir a participação das mulheres durante os rituais, vai contra até mesmo as cláusulas mínimas dos Direitos Humanos que fala sobre a livre manifestação feminina.

Na visão da igreja, as mulheres devem ter autorização prévia de um homem para poder fazer uso do púlpito. Além de não autorizar a ordenação de mulheres, defendendo a submissão feminina em relação ao homem.

Além disso, as mulheres da Igreja e as estudantes podem não possuir liberdade para opinar e até se manifestar.

Ou seja, quando o pastor escolheu dar mais liberdade a mulher, o pastor recebeu restrições e teve o seu afastamento da Presbiteriana decretado.

Perguntado porque tinha agido desta forma, o pastor afastado se baseou em fatos anteriores para permitir a participação de mulheres, quando uma mulher pregou para o público. A ministração foi de uma Pastora da Igreja Anglicana que falou para o público presente e os responsáveis não foram punidos.

Nas redes sociais, membros da Presbiteriana e apoiadores do pastor ficaram revoltados com a atitude e não entenderam porque a igreja agiu com tanto rigor e punição por algo tão comum no mundo evangélico.



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Marcos Feliciano passa vergonha na frente de Silvio santos

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Feliciano no jogo dos pontinhos

O Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano esteve no SBT essa semana para a gravação do "Jogo das 3 Pistas", junto com Silvio Santos, mas acabou passando vergonha.

O relato foi feito pelo próprio Marco Feliciano em suas redes sociais, da qual postou um storie no Instagram dizendo que sua participação no programa foi um desastre. Ele não conseguiu responder quase nada do que Silvio Santos perguntava.

+ Aline Barros diz porque não aceitou convite de apresentadora da TV Globo

"Jogo dos 3 Pontinhos. Fiasco geral! A mente trava, da um branco do cérebro....mas, foi divertido! Deve ir ao ar em breve", disse o pastor na legenda com a foto de sua participação.

Silvio Santos vem chamando diversos parlamentares á favor do governo Bolsonaro para participar de seu programa no SBT.

Além de Marco Feliciano, os filhos do presidente, Eduardo e Carlos, também já estiveram no programa.

Nele, dois convidados precisam acerta a palavra por meio de 3 pistas que Silvio Santos apresenta, intercalando um com o outro, onde ocorre a participação da plateia caso os artistas não saibam a resposta.

No final, quem fizer mais acertos leva o prêmio em dinheiro.

O Pastor Marco Feliciano já participou do Mega Senha, da RedeTV, onde durante a gravação do programa, o pastor apareceu ajudando os participantes a alcançar um prêmio de até R$1 milhão.

Durante o programa, Marco Feliciano brincou ainda com as constantes acusações de preconceito, das quais é alvo. Ao elogiar o desempenho de uma participante, ela respondeu a ele dizendo: "E olha que eu sou loira, hein?!". Como resposta, Feliciano disse que ficaria quieto, porque se ele falasse isso seria preconceito e ele seria processado.

Sempre é possível ver o pastor Marcos Feliciano participando de diversas atrações da Tv brasileira, como no rádio.



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